**Hardware-Spaces 2oo6**

18 Agosto 2006

Placa-Mãe ECS P4M800PRO-M

Fonte: Clube do Hardware

Demos uma olhada na P4M800PRO-M, placa-mãe de baixo custo da ECS para processadores Intel soquete 775, fabricada no Brasil pela Flex Industries em Manaus. Essa placa usa a ponte norte VIA P4M800 Pro e a ponte sul VIA VT8237R+, suportando tanto memórias DDR quanto DDR2.



A placa tem vídeo on-board mas traz um slot AGP 8X, o que permite a instalação de uma placa de vídeo "de verdade", indispensável para poder jogar os últimos lançamentos da indústria de games.
A P4M800PRO-M tem quatro slots para módulos de memória, aceitando tanto memórias DDR quanto DDR2.
A ponte norte do chipset é resfriada por um grande dissipador passivo (isto é, sem ventoinha), enquanto a ponte sul não possui dissipador.
A P4M800PRO-M aceita processadores Pentium 4, Celeron D e Pentium D com barramento externo de até 1.066 MHz. A versão 2.0 da placa aceita também os novos processadores Core 2 Duo. A placa que examinamos, infelizmente, trazia um adesivo sobre a versão da placa, e como esta placa nos foi emprestada por um distribuidor amigo, não pudemos remover a etiqueta, impedindo-nos de descobrir se tínhamos em mãos a versão 1.0, 1.0A ou 2.0
Infelizmente a placa não tem controladora de memória dual channel, o que limita bastante o desempenho de memória do computador. Nos processadores Pentium 4 e Celeron isso é um grave problema, pois essa plataforma é bastante dependente do desempenho da memória. À primeira vista o consumidor pode ser iludido achando que a placa suporta dual channel, por causa da presença de quatro soquetes para módulos de memória, sendo dois na cor azul e dois em lilás. Os soquetes coloridos existem, porém, para diferenciar os tipos de memória aceitos pela placa: DDR (333 ou 400) ou DDR2 (400 ou 533). Como os dois tipos não podem ser usados ao mesmo tempo e a placa aceita módulos de até 1 GB, o máximo de memória suportada pela P4M800PRO-M é de 2 GB.
A P4M800PRO-M usa conector de alimentação ATX 2.0, de 24 pinos. Isso é bastante raro de se ver numa placa ainda baseada no barramento AGP, visto que é bem mais comum esse tipo de conector nas placas mais atuais, com barramento PCI Express. Mas pode-se usar uma fonte com conector de 20 pinos sem problemas.

Na figura 5 ainda notamos os dois conectores ATA-133, que permitem a ligação de até quatro unidades de disco rígido, CD ou DVD. Tanto o conector da fonte quanto os ATA-133 estão numa excelente localização, de forma que os cabos não precisam ficar passando por cima da placa, atrapalhando a ventilação dos componentes.
O painel traseiro da P4M800PRO-M é bastante conservador: temos os conectores de teclado e mouse, uma porta paralela e uma serial, conector VGA do vídeo on-board, quatro portas USB 2.0 (mais quatro estão disponíveis na placa), porta Ethernet (com LEDs de indicação de conexão e trânsito de informações, sempre muito úteis), e os conectores de áudio de seis canais (infelizmente, compartilhados).

No canto da placa, temos o conector do painel frontal, que não tem código de cores e nem sequer uma marcação em serigrafia sobre a sua pinagem. Só resta ao usuário consultar o manual. Também vemos o chip do BIOS, um buzzer, a bateria do CMOS/RTC e os conectores USB 2.0, que podem ser usados por portas frontais no gabinete ou conectores a serem colocados numa das ranhuras dos slots do gabinete.
A P4M800PRO-M possui um slot AGP 8X para ligação de uma placa de vídeo "de verdade", além de três slots PCI. Na figura 8 vemos também o conector para unidades de disquete, numa posição não muito prática.
Sendo uma placa básica para o mercado de baixo custo, o conjunto de acessórios que acompanha a placa é composto apenas do essencial: manual do usuário, CD com drivers, espelho traseiro, cabo para disco rígido SATA (com adaptador de alimentação para esse tipo de unidade) e cabos para unidades ATA.
Um detalhe interessante dessa placa-mãe é o fato de ela ter sido fabricada no Brasil, mais especificamente na Zona Franca de Manaus, pela Flex Industries.

Principais Características

As principais características da P4M800PRO-M são:

* Soquete: 775.
* Chipset: VIA P4M800 Pro e VT8237R+.
* Super I/O: ITE IT8705F.
* IDE Paralela: Duas portas ATA-133 controlada pela ponte sul.
* IDE Serial: Duas portas SATA-150 RAID 0 e 1 controladas pela ponte sul.
* USB: Oito portas USB 2.0 (quatro soldadas diretamente na placa-mãe e quatro disponíveis através de cabo adaptador).
* Firewire (IEEE 1394a): Não.
* Som on-board: Produzido pelo chipset em conjunto com o codec Realtek ALC655 (seis canais, resolução de 16 bits, relação sinal/ruído de 90 dB).
* Vídeo on-board: Sim, baseado no S3 UniChrome Pro, produzido pela ponte norte.
* Rede on-board: Sim, uma Ethernet 10/100 produzida pela ponte sul em conjunto com o chip VIA VT6103L.
* Fonte de alimentação: ATX12V v2.x (24 pinos).
* Slots: Um slot AGP 8X e três slots PCI.
* Memória: Dois soquetes DDR-DIMM e 2 DDR2-DIMM (máximo de 2 GB até DDR400 ou DDR2-533).
* Buzzer: Sim.
* Quantidade de CDs que acompanha a placa: 1 CD.
* Programas que acompanham a placa: Drivers e utilitários.
* Recursos extras: Nenhum.
* Mais informações: http://www.ecsusa.com
* Preço médio no Brasil: R$ 200,00.

Overclock

A P4M800PRO-M tem opções básicas de overclock, como aumento da freqüência do barramento externo do processador de um em um megahertz, ajustes de tensão do processador, da memória e do barramento AGP. Não há, entretanto, ajuste separado para a freqüência de operação dos barramentos PCI e AGP, o que pode complicar uma tentativa de um overclock mais agressivo. Também há ajustes básicos de temporização das memórias.

Conclusões

A P4M800PRO-M é uma placa bastante básica, com recursos simples, para processadores Intel. Apesar de certas vantagens, como a possibilidade de usar memórias DDR ou DDR2 e o suporte a processadores com barramento de 1.066 MHz e de dois núcleos, a falta do dual channel é um grande entrave ao bom desempenho de um computador.

O fato de ser uma placa baseada no barramento AGP é outro complicador, pois num futuro bem próximo, placas de vídeo atuais baseadas nesse tipo de slot serão bastante raras, o que reduz a capacidade de atualização futura.

O único atrativo dessa placa é realmente seu preço, mais baixo do que outras alternativas equivalentes, como as ASUS P5S800-VM ou P5RD1-VM.


Windows XP Smallite II (consome apenas 60MB da Memoria RAM)

Bom, pessoal estava passeando pelo orkut quando encontrei essa "propaganda" de uma pessoa que criou um Windows XP super leve, então resolvi apresentar eles pra você usuário ao qual não tem um computador super potente e queira usa o Windows XP em sua maquina, espero que esse tutorial possa te ajudar!
Faça bom aproveito dele.


Um sistema muito Leve, que consome apenas 60MB da sua memoria.

*Programas retirados
- Jogos
- Windows Media player
- Gravador imapi do windows
- Proteções de Tela
- Papeis de parede
- etc..(não se preocupem retirei coisas que na verdade são inuteis e so fazia o Windows XP ficar pesado).

*Programas incluidos
- Winrar
- Klite Codeck Pack 2.72 Standard (otimo Para Videos)
- Winamp (otimo tocador de musicas)
- Foxit Reader ( Adeus Pesado Acrobat reader)

*Bugs Corrigidos em Relação Ao Smallite 1.0
- Bug do Winamp Começar no canto da Tela...
- Bug do Outlook (não instalava nem a Pau...)
- Bug do Windows Media Player (ñ instalava nem a Pau...)
- Bug do Ascess dava erro de Driver...
- Bug da Net Discada
- Bug do Discador PPOE
- Bug do Assistente de configuração de Rede

*Reclamações ajudadas a Fazer o Smallite 2.0
- Retirei o meu E-Mail do Windows
- Renovei os papeis de Paredes e Themas
- Removi o Nod32 antivirus
- Adicionei varios Drivers
- Removi a versão do Desktop na Tela
- Atualizado ate 1\1\06 (não coloquei mais se não cabia em um cd de 200mb)

*conteudo da Pasta _EXTRAS_ :
- Everest Ultimate Edition Portable Br.
- Jogos do Windows.

ScreenShots
http://images.cjb.net/833a9.jpg


*Dados do Programa

Função: um sistema operacional muito Leve. q consome apenas 60mb de ram.
Fabricante: WILSON_P_JUNIOR e os ««Þ¡®ätä§_ðä_¡ñfö®/|/|ät¡¢ä»»
Sistema Operacional: Windows Xp SP2
Idioma(s): Português Brasil

*Dados do Arquivo
Quantidade de Mídias: 1
Tamanho: 198mb
Tipo de Compartilhamento: http (rapidshare, megaupload, etc..)

*Configuração Mínima
Processador: 266mhz
Memória: 64mb
Espaço livre em disco: 1gb

*Download Aqui.*

*­Tutorial Gravando em CD o Smallite
http://wilsonpjunior.googlepages.com/Como_gravar_o_cd_do_SmalliteII.doc

­*Tutorial como instalar o Windows XP
http://rapidshare.de/files/26956606/tutorial_a_Instalar_o_Windows.rar.html

Aplicativos recomendados para que o Windows seja sempre Smallite:

Office 2000 lite (bem leve e possui: word excel e Power point e dicionarios)
http://up-file.com/download/9e5564268515/MSOFFICE.exe.html

Nero 6.6.1.4 (nem pensa em nero 7)
ftp://ftp5.usw.nero.com/Nero-6.6.1.4_no_yt .exe

NOD32 v2.51.26 Extreme Edition AIO [By redlion]
http://www.sexuploader.com/?d=I1SFWJGY
Senha para descompactar: redlion


01 Agosto 2006

Venha ver o que o SEMPRON 2600+(s754) pode fazer...

logo que o Sempron foi apresentado à família de processadores AMD, muitos o viram com um certo receio...até porque ele veio com a missão de substituir o "amado de muitos" Athlon XP. Hoje, o processador tem demonstrado um excelente desempenho e novas versões no Socket 754 são esperadas. O Xbitlabs realizou uma bateria de testes com ele e vamos conferir como foi o desempenho dele com a configuração de fábrica e com um overclock que permite que rode a frequência de 2.5GHz, por sinal se você quiser comprar um processador barato que conseguer funcionar com perfeita estabilidade com um over de 56% e é capaz de assim rivalizar com o Pentium 4 3.4E, a escolha é o Sempron 2600+. Nos testes eles também examinam o Sempron 2600+ que usa o Soquete 462(A). Hardware usado nos testes:

Processadores:
AMD Sempron 2600+ (Socket A, 1.83GHz, 256KB L2);
AMD Sempron 2600+ (Socket 754, 1.6GHz, 128KB L2);
AMD Sempron 3100+ (Socket 754, 1.8GHz, 256KB L2);
AMD Athlon 64 2800+ (Socket 754, 1.8GHz, 512KB L2);
AMD Athlon 64 3000+ (Socket 939, 1.8GHz, 512KB L2);
AMD Athlon 64 3400+ (Socket 754, 2.2GHz, 1024KB L2);
AMD Athlon 64 3500+ (Socket 939, 2.2GHz, 512KB L2);
Intel Celeron D 325 (Socket 478, 2.53GHz, 256KB L2);
Intel Pentium 4 2.8E (Socket 478, 2.8GHz, 1024KB L2);
Intel Pentium 4 3.4E (Socket 478, 2.8GHz, 1024KB L2).

Placa-Mães:
ASUS P4P800-E Deluxe (Socket 478, i865PE);
ASUS A7N8X-E Deluxe (Socket A, NVIDIA nForce2 Ultra 400);
DFI LANPARTY UT nF3 250Gb (Socket 754, NVIDIA nForce3 250Gb);
MSI K8N Neo2 Platinum (Socket 754, NVIDIA nForce3 250Gb).

2 x 512MB Corsair CMX512-3200XLPRO DDR400 SDRAM.

PowerColor RADEON X800 XT graphics card (AGP 8x, 500MHz/500MHz).

Western Digital Raptor WD740GD hard disk drive (Serial ATA-150).

We performed our tests in Windows XP SP2; the BIOS parameters of the mainboards were set up for the maximum performance.

Resultados










27 Julho 2006

Windows 98 e ME deixam de ter suporte

Como anunciado, a Microsoft encerrou oficialmente nesta terça-feira(12/07/06) o suporte aos sistemas operacionais Windows 98 e ME (Millennium). Os usuários destas versões deixam de receber atualizações e correções de segurança e só terão informações de apoio no site da empresa (até 11 de julho de 2007). Analistas estimam que mais de 70 milhões de cópias destes programas ainda estejam em uso no mundo inteiro. A empresa afirma em seu site que decidiu encerrar o suporte porque os produtos estão desatualizados e podem expor os usuários a riscos de segurança.

Mais Informações: http://www.microsoft.com/windows/support/endofsupport.mspx


22 Julho 2006

Windows XP

Criando um CD do Windows XP Atualizado

Hoje mostraremos como criar um CD de boot contendo o Windows XP e todas as suas atualizações (Service Pack 2 e Hot Fixes). Assim, dando boot por este CD, você poderá instalar o Windows XP já atualizado, não perdendo tempo instalando o Windows XP para depois então baixar e instalar as atualizações da Internet.

Para isso, crie três diretórios no seu HD: WinXPCD, WinXPSP2 e Hotfixes. Copie para o primeiro diretório o conteúdo completo do CD de instalação do Windows XP. Para o segundo, baixe o Windows XP SP2 (leia como fazer isso em http://www.clubedohardware.com.br/artigos/961. Em seguida, descompacte o SP2 usando os seguintes comandos: Iniciar, Executar, na linha de comando digite Cmd, na janela do MS-DOS que surje, digite cd WinXPSP2, entre com o nome do arquivo baixado na linha de comando com o parâmetro –x no final (este comando serve para descompactar o arquivo). Em seguida mande o SP2 atualizar os arquivos de instalação do Windows rodando o comando C:\WinXPSP2\i386\update\update.exe /integrate:C:\WinXPCD.

Vá no Windows Update (http://www.windowsupdate.com) e baixe para o diretório Hotfixes as atualizações que você quer que o seu novo CD de Instalação do Windows XP. Após baixar estes arquivos, rode cada um deles com o parâmetro /integrate:C:\WinXPCD ao final da linha de comando. Sugerimos muita atenção quanto aos hotfixes, em alguns casos poderão ter uma mensagem de erro relacionada a data do hotfix e dos arquivos do Windows XP, esse erro se dá devido ao hotfix selecionado ser anterior ao SP2.

Agora você precisa do programa Isobuster (http://www.myzips.com/software/IsoBuster.phtml) para puxar o arquivo img do CD original do Windows XP (comando Extract Microsoft Corporation.img). Salve este arquivo no diretório WinXPCD do seu HD. Execute-o e deixe o CD original do Windows XP no leitor, na janela que aparecerá, clique sobre a opção BOOTABLE CD e na janela a direita clique sobre o arquivo MICROSOFT CORPORATION.img, salvando-o na pasta sugerida anteriormente.

No seu programa de gravação de CD, escolha CD de boot, carregando o arquivo Img que você extraiu do CD. Habilite as configurações avançadas ("expert options" no Nero 6), desabilite emulação (emulation) e aumente o número de setores (loaded sectors) para 4, vá para a guia ISO e configure o Nero 6 da seguinte forma: em File Name Length (ISO): Max of 31 chars (level 2), em Data Mode: Mode 2 /XA, procure por opções semelhantes caso use outro aplicativo para gravação de CDs. Em seguida é só gravar o CD e voilá! Você terá um CD de instalação do Windows XP atualizado e bootável.


Sempron vs. Celeron D

Quem acompanha o mercado de processadores há algum tempo conhece a rivalidade existente entre a Intel e a AMD para ver quem desenvolve o processador mais rápido. Para você ter uma idéia mais clara de como funciona essa rivalidade, você precisa entender primeiro como o mercado de processadores está dividido. O mercado foi dividido em três segmentos:

* Low-end: Destinado a usuários iniciantes ou aqueles que não necessitam de poder computacional.
* Mid-range: Destinado a usuários entusiastas ou aqueles que necessitam de poder computacional.
* High-end: Destinado a servidores de rede.

Neste artigo falaremos sobre os protagonistas da briga entre a Intel e a AMD no mercado low-end.

O representante da Intel no mercado low-end é o Celeron D enquanto que o Sempron é o representante da AMD. Tanto o Celeron D quanto o Sempron são na verdade versões com características reduzidas dos processadores topo de linha da Intel e da AMD. O Celeron D é uma versão “light” do Pentium 4 e o Sempron é uma versão “capada” do Athlon XP ou do Athlon 64

Celeron D

O Celeron D é baseado no Pentium 4 com núcleo Prescott, possui tecnologia de 90 nanômetros, 16 KB de cache L1, 256 KB de cache L2, trabalha externamente a 533 MHz (133 MHz transferindo quatro dados por pulso de clock), suporte às instruções multimídia SSE3 e a tecnologia Execute Disable, encapsulamento FC-PGA2, padrão de pinagem soquete 478 ou 775, e pode ser encontrado com clocks de 2,53 GHz a 3,2 GHz.

Sempron

O Sempron pode ser encontrado com padrão de pinagem soquete 462 ou 754. Os modelos de Sempron soquete 462 e com clock até 2 GHz (Sempron 2800+) possuem tecnologia de 0.13mm, 128 KB de cache L1, 256 KB de cache L2, trabalham externamente a 333 MHz (166 MHz transferindo dois dados por pulso de clock), suporte às instruções multimídia SSE e 3DNow!, podem ser encontrados com clocks de 1,50 GHz a 2 GHz e são baseados nos núcleos Thoroughbred-B e Thorton do Athlon XP.

O Sempron 3000+ é baseado no núcleo Barton e possui 512 KB de cache L2.

Os modelos de Sempron soquete 754 são uma versão do Athlon 64 com menos memória cache L2. Os processadores Sempron podem ser baseados nos núcleos Paris ou Palermo. O núcleo Paris possui tecnologia de 0.13mm, 128 KB de cache L1, 256 KB de cache L2, trabalha externamente a 800 MHz através do barramento HyperTransport, suporte as instruções 3DNow! e SSE2 e as tecnologias Cool’n’Quiet e NX. Já o núcleo Palermo possui tecnologia de 90 nanômetros, 128 KB de cache L1, 128 KB ou 256 KB de cache L2, trabalha externamente a 800 MHz através do barramento HyperTransport, suporte as instruções 3DNow! e SSE3 e as tecnologias Cool’n’Quiet, NX e as instruções de 64 bits (AMD64).

Obs: Os primeiros Sempron soquete 754 tinham as extensões de 64 bits desativadas, mas a partir de julho de 2005 a AMD lançou modelos do Sempron soquete 754 com as instruções de 64 bits ativadas. Os modelos de Sempron soquete 754 listados na tabela abaixo podem ser encontrados tanto com as extensões de 64 bits desativadas quanto ativadas. As versões com extensão de 64 bits ativadas possuem as letras "BX" em sua nomenclatura impressa no invólucro do processador.


08 Julho 2006

Placa-Mãe ASUS P5RD1-VM

Esta placa-mãe traz apenas dois slots para módulos de memória.



A ASUS optou por utilizar a ponte sul ULi M1573, e não a ponte sul SB400 da ATI, pois o chip da ULi tem recursos superiores como suporte ao Áudio de Alta Definição (Azalia) da Intel, NCQ (Native Command Queuing), rede on-board e também melhor desempenho nas portas USB.
Um detalhe interessante é que a ASUS diz, no manual da placa, que o vídeo on-board é baseado em processador gráfico Radeon 9600. Por que ela dá essa informação errada é um mistério, já que a ATI informa que o vídeo on-board do Radeon Xpress 200 é derivado do Radeon X300.
Como já dissemos, infelizmente a placa não dá suporte a dual channel, apesar do chipset ter essa opção.
O conector da fonte é de 24 pinos, como é padrão em placas-mãe com slot PCI Express.
A P5RD1-VM apresenta, além de um slot PCI Express x16 para ligação de uma placa de vídeo "de verdade", um slot PCI Express x1 e dois slots PCI para a ligação de placas extras. O conector do painel frontal usa cores para identificar as conexões. Diferentes placas usam diferentes disposições dos pinos. Também há um LED que indica que a placa está recebendo energia da fonte.

Principais Características:

As principais características da ASUS P5RD1-VM são:
Soquete: 775.
Chipset: ATI Radeon Xpress 200 (RS400) (DDR, PCI-E x16) e ponte sul ULi M1573.
IDE Paralela: Duas portas ATA-133 controlada pela ponte sul ULi M1573.
IDE Serial: Quatro portas SATA-150 RAID controladas pela ponte sul ULI M1573.
USB: Oito portas USB 2.0 (quatro soldadas diretamente na placa-mãe e quatro disponíveis através de cabo adaptador).
Vídeo on-board: Sim, baseado no ATI Radeon X300 (32, 64 ou 128 MB de memória compartilhada).
Rede on-board: Sim, uma Ethernet 10/100 controlada pelo chip Realtek RTL8201CL.
Slots: um slot PCI Express x16, um slot PCI Express x1 e dois slots PCI.
Memória: 2 soquetes DDR-DIMM (máximo de 2 GB até DDR 400).
Quantidade de CDs que acompanha a placa: 1 CD.
Programas que acompanham a placa: Drivers e utilitários.
Mais informações: http://www.asus.com
Preço médio no Brasil: R$ 300,00.

Overclock
Estávamos curiosos para ver o desempenho da P5RD1-VM no quesito overclock. Quando vimos a tela com as opções, ficamos decepcionados: nada das excelentes opções de overclock presentes na P5RD1-V. Apenas as opções para configurar a freqüência externa do processador (de 100 a 400 MHz) e das memórias.
Seria alguma trava da placa ou um simples bug?
Também há um razoável número de ajustes da temporização da memória no setup da P5RD1-VM.

Conclusões
Pontos altos:
Presença do dissipador de calor nos transistores do regulador de tensão;
Quatro portas SATA-150 capazes de arranjos RAID;
Excelente nível de overclock conseguido.
Pontos baixos:
Ausência do recurso dual channel;
Inexplicável "erro" no manual quanto ao nome do chip gráfico on-board;
Comportamento errático do ajuste de freqüência do barramento externo a partir dos 192 MHz.
Sinceramente não entendemos porquê o fabricante não implementa um recurso tão importante em uma placa-mãe cujo chipset o oferece, ainda mais quando há na placa um vídeo on-board que se beneficiaria muito da largura de banda mais alta do dual channel.

Fonte: Clube do Hardware


15 Junho 2006

Memorias DDR2

Como o próprio nome indica, a memória DDR2 é uma evolução da tão utilizada memória DDR. Entre suas principais características estão o menor consumo de energia elétrica, menor custo de produção, maior largura de banda de dados e velocidades mais rápidas. Este artigo mostrará essas e outras características, além das diferenças entre as memórias DDR e DDR2.

A memória DDR2

DDR2 é a sigla para Double Data Rate 2. Trata-se de uma espécie de "substituto natural" das memórias DDR, uma vez que, em comparação com esta última, a tecnologia DDR2 traz diversas melhorias. Seu desenvolvimento foi feito pela JEDEC, um grupo criado por fabricantes para definir padrões de produtos da indústria de semi-condutores.

Ao contrário do que alguns pensam, a memória DDR2 não é compatível com placas-mãe que trabalham com memória DDR. Embora os pentes de memória de ambos os tipos pareçam iguais numa primeira olhada (pois possuem o mesmo tamanho), na verdade, não são. Para começar, o tipo DDR tem 184 terminais e o DDR2 conta com 240 terminais. Além disso, aquela pequena abertura que há entre os terminais está posicionada em um local diferente nos pentes de memória DDR2, como mostra a imagem a seguir.


Uma outra diferença visível nos módulos de memória DDR2 é o tipo de encapsulamento usado: o FBGA (Fine pitch Ball Grid Array). Esse tipo é derivado do padrão BGA e sua principal característica é que os terminais do chip são pequenas soldas. A vantagem disso é que o sinal elétrico flui mais facilmente e há menos chances de danos físicos. A memória DDR usa um encapsulamento conhecido como TSOP (Thin Small Outline Package).


A memória DDR2 também merece destaque pelo seu menor consumo de energia elétrica. Enquanto o tipo DDR trabalha à 2,5 V, a tecnologia DDR2 requer 1,8 V. Por causa disso, a memória DDR2 acaba tendo melhor desempenho no controle da temperatura.

Freqüências da memória DDR2

As memórias DDR são comumente encontradas nas freqüências de 266 MHz, 333 MHz e 400 MHz. Por sua vez, o padrão DDR2 trabalha com as freqüências de 400 MHz, 533 MHz, 667 MHz e 800 MHz (esses eram os tipos existentes até o fechamento deste artigo). Na verdade, tanto no caso da memória DDR quanto no caso da memória DDR2, esses valores correspondem à metade. A explicação para isso é que ambos os tipos podem realizar duas operações por ciclo de clock. Grossamente falando, é como se a velocidade dobrasse.

Em relação à velocidade como um todo, é necessário também considerar o "CAS Latency" (latência do CAS - Column Address Strobe). Em poucas palavras, trata-se do tempo que a memória leva para fornecer um dado solicitado. Assim, quanto menor o valor da latência, mais rápida é a "entrega".

Nas memórias DDR, a latência pode ser de 2, 2,5 e 3 ciclos por clock (saiba mais sobre clock aqui). Nas memórias DDR2, a latência vai de 3 a 5 ciclos de clock. Isso significa que, nesse aspecto, a memória DDR2 é mais lenta que a DDR? Na prática não, pois as demais características do padrão DDR2, especialmente seus valores de freqüência, compensam essa desvantagem.

Há ainda um recurso nas memórias DDR2 que deve ser citado: o Additional Latency (AL) ou "latência adicional". Esta é usada para permitir que os procedimentos ligados às operações de leitura e escrita sejam feitos até "expirar" o tempo da latência do CAS mais a latência adicional. É como se houvesse um aumento do prazo para tais operações. Assim, a medição da latência deve considerar a soma desses dois parâmetros para se obter um total.

On-Die Termination (ODT)

A memória DDR2 conta com um recurso conhecido como On-Die Termination (ODT). Trata-se de uma tecnologia que praticamente evita erros de transmissão de sinal. Para compreender a utilidade disso é necessário conhecer a chamada "terminação resistiva".

Os sinais elétricos sofrem um efeito de retorno quando chegam ao final de um caminho de transmissão. Grossamente falando, é como se a energia batesse numa parede no final de seu caminho e voltasse, como se fosse uma bola. Esse efeito também pode ocorrer no "meio do caminho", por motivos diversos, como trechos com impedância diferente. No caso das memórias, esse problema, conhecido como "sinal de reflexão", pode significar perda de desempenho e necessidade de retransmissão de dados.

Nas memórias DDR esse problema foi tratado através de um método que reduz o sinal de reflexão por meio de resistores que são adicionados à placa-mãe. É desse dispositivo que vem o nome "terminação resistiva".

No padrão DDR2, a terminação resistiva na placa-mãe não se mostrou eficiente, pelas características físicas desse tipo de memória. Diante desse problema, foi necessário estudar alternativas e então surgiu o ODT. Nessa tecnologia, a terminação resistiva fica dentro do próprio chip de memória. Com isso, o caminho percorrido pelo sinal é menor e há menos ruídos, isto é, menos perda de dados. Até a placa-mãe acaba se beneficiando dessa tecnologia, já que um componente deixa de ser adicionado, reduzindo custos de desenvolvimento. Esse é mais um motivo pelo qual a memória DDR2 não é compatível com o padrão DDR.

Nomenclatura

Em relação à nomenclatura, as memórias DDR2 seguem praticamente o mesmo padrão das memórias DDR, como mostra a tabela a seguir:



Você pode ter se perguntado o porquê da denominação "PC2-3200" em relação à memória de 400 MHz (e assim se segue com os outros tipos). O número 3200 indica a quantidade de MB por segundo que a memória é capaz de trabalhar. Isso quer dizer que, no caso da memória de 400 MHz, sua velocidade é de 3.200 MB ou 3.2 GB por segundo.


04 Junho 2006

Memoria DDR (Double Data Rating)

As memorias DDR funcionam de maneira parecida as memorias DIMM SDRAM. Seus pentes (ou modulos) possuem 184 terminais, enquanto que o padrao anterior possui 168 pinos. Fisicamente, ha apenas uma divisao no encaixe do pente (ver imagem a seguir), enquanto que na memoria DIMM ha dois. Um detalhe interessante e que a voltagem das DDR e 2.5 V, contra 3.3 V das DIMM SDRAM. Isso diminui o consumo de energia e ameniza consideravelmente os problemas relacionados a temperatura. Para um PC normal isso pode ate não fazer muita diferenca, mas faz em um notebook, por exemplo. Alem disso, a reducao da voltagem deixa a memoria mais propicia aos overclocks.





Mas o grande diferencial das memorias DDR esta no fato delas poderem realizar o dobro de operacoes por ciclo de clock (em poucas palavras, a velocidade na qual o processador solicita operaçcoes - entenda mais sobre isso em www.infowester.com/processadores2.php). Assim, uma memoria DDR de 266 MHz trabalha, na verdade, com 133 MHz. Como ela realiza duas operacoes por vez, e como se trabalhasse a 266 MHz (o dobro).

Como ja dito antes, as memorias DDR sao muito parecidas com as memorias DIMM de 168 pinos. Veja o porque: os pentes de memorias DIMM e DDR fazem uso da tecnologia SDRAM. Alem disso, ambos os tipos sao divididos logicamente em bancos, onde cada um contem uma determinada quantidade de enderecos de memoria disponiveis. Cada banco, por sua vez, se divide em combinacoes de linhas e colunas. Acessando uma linha e coluna de um banco e que se acessa um endereco de memoria. Dentro de cada banco, somente um linha pode ser usada por vez, mas e possivel que haja mais de um acesso simultaneo, desde que seja a endereços diferentes. E isso que a memoria DDR faz: basicamente acessa duas linhas, em vez de uma, nao sendo preciso mudar a estrutura da memoria. Basta fazer alguns ajustes em circuitos e claro, criar chipsets com controladores de memoria que consigam fazer acessos desse tipo.

Um fato importante a citar e que e possivel acessar mais de 2 enderecos de memoria, mas isso gera custos bem maiores. Alem disso, quanto maior a quantidade de dados transferidos, maior o nível de ruido eletromagnetico (o que pode representar perda e necessidade de retransmissao de dados).

Algo que tambem e importante frisar e que as memorias DIMM indicavam seu tipo informando a velocidade de seu funcionamento. Ha uma nomenclatura nas memorias DDR em que isso nao ocorre. Observe o exemplo: numa memoria SDRAM PC-133, o número "133" significa que a memoria trabalha a 133 MHz. Quando voce encontra uma memoria DDR PC-1600 nao significa que ela trabalha a 1600 MHz. Esse valor indica a taxa de transferencia de MB por segundo. A tabela abaixo mostra mais detalhes sobre isso:

Memória Velocidade
SDRAM PC-100 800 MB/s
SDRAM PC-133 1.064 MB/s
DDR-200 ou PC-1600 1.600 MB/s
DDR-266 ou PC-2100 2.100 MB/s
DDR-333 ou PC-2700 2.700 MB/s
DDR-400 ou PC-3200 3.200 MB/s
Dual DDR-226 4.200 MB/s
Dual DDR-333 5.400 MB/s
Dual DDR-400 6.400 MB/s


Dual DDR

As memorias do tipo Dual DDR funcionam baseadas na seguinte ideia: em vez de utilizar uma unica controladora para acessar todos os slots de memoria da placa-mae, por que nao usar duas controladoras ao mesmo tempo? Essa e a principal diferenca do esquema Dual DDR. As memorias atuais seguem o padrao de 64 bits e são alocadas em bancos. Usando duas controladoras simultaneamente, o acesso passa a ser de 128 bits. Para usar o recurso Dual DDR, e recomendavel usar dois pentes de memoria identicos no computador, embora nada impeca o uso de uma quantidade diferente. E bom que essa igualdade ocorra, inclusive, com a marca, para evitar instabilidades.

Para entender melhor, imagine que voce use dois pentes de 256 MB de memoria RAM DDR-333 em seu computador. O computador trabalhara com elas como sendo um conjunto de 512 MB com barramento de 64 bits (ou seja, 2.700 MB por segundo). Essa configuracao funcionando no esquema Dual DDR fara com que o barramento passe a ser de 128 bits, aumentando a velocidade para 5.400 MB por segundo!

Para trabalhar com Dual DDR nao basta colocar dois pentes de memoria identicos no computador. E necessario que sua placa-mae tenha esse recurso. Alem disso, o esquema Dual DDR so se torna realmente eficiente se utilizado com processadores Intel Pentium IV, AMD Athlon XP ou superiores.
Mesmo que sua placa-mae suporte esse recurso, uma dica interessante e comprar um kit para Dual DDR. Esse pacote contem pentes de memória DDR proprios para funcionar como Dual. Se voce comprar modulos de memoria DDR iguais, mas que venham separados, o funcionamento pode ser normal, mas as chances de instabilidade aumentam. Isso ocorre principalmente com o padrao DDR-400. E claro que os kits sao mais caros, principalmente no Brasil. A foto ao lado mostra uma placa-mae trabalhando com Dual DDR. Repare que os pentes sao iguais.


29 Maio 2006

Disco Rigido (HD)

Disco Rigido (HD):
Sistema de armazenamento de alta capacidade, que, por nao ser volatil, e destinado ao armazenamento de arquivos e programas. Apesar de nao parecer a primeira vista, o HD e um dos componentes que compoem um PC que envolve mais tecnologia. O 1º HD foi feito pela IBM em 1957 e era formado por um conjunto nada menos que 50 discos de 2 polegadas e diametro, com capacidade total de 5MB, algo espantoso para a epoca. Comparado com os atuais HDs, estes pioneiro custava uma verdadeira fortuna → US$ 35.000,00. Este 1º HD foi chamado de RAMAC 350 e posteriormente apelidado de WINCHESTER.Com o passar do tempo os discos foram crescendo e capacidade, diminuindo em tamanho, ganhado confiabilidade e tornando-se + barato. Hoje em dia pode-se encontrar um HD de 40GB por R$250,00.

Como Funciona um HD?
Dentro do D, os dados sao gravados em discos magneticos chamado (em ingles) de Platters. O nome “disco rigido” vem justamente do fato de os discos internos serem laminas metalicas extremamente rigidas. A primeira camada e chamada de SUBSTRATO (discos metalico feito de ligas e aluminio) e a segunda e de material magnetico que e feita dos dois lados do disco e pode ser feita de duas maneiras diferentes (a primeira chama-se ELETROPLATING → semelhante a eletrolise usada para banhar bijuterias a ouro e a outra chama SPUTTERING → mais usada atualmente que usa tecnologia semelhante a usada para soldar transtores dos processadores).

Gravacao de Dados no HD:
Para ler e gravar dados no disco sao usadas cabecas de leituras eletromagneticas (HEADS) que sao presas a um braco movel (ARM), o que permite seu acesso a todo o disco. O braco e uma peca triangular feita de aluminio ou ligas de aluminio, dispositivo especial chamado de atuador (ACTUATOR) coordena o movimento das cabecas de leitura.

Tome Nota...
Os HDs sao hermeticamente fechados a fim de impedir qualquer contaminacao proveniente do meio esterno, porem, nunca e possivel manter um ambiente 100% livre de particulas de poeira. Mas um pequeno dano nao e fatal para o HD.
Tem muitos tecnicos que “matam” a mae dizendo que o HD e fechado a vacuo. Para entender, basta seguir esta linha de raciocinio: “quando os discos giram a altissima rotacoes, formam-se entre eles uma especie de colchao de ar que repele a cabeca de leitura, fazendo com que fique sempre alguns microns de distancias dos discos. Quando a energia e repentinamente cortada, os discos param, o colchao de ar e desfeito e as cabecas de leitura podem vir a tocar os discos magneticos”.
Para diminuir a ocorrencia deste tipo de acidente, nos HDs atuais sao instalados um pequeno ima em um dos lados do ACTUATOR, que se encarrega de atrais as cabecas de leitura a posicao de descanso toda vez que a eletricidade e cortada (tecnologia denominada AUTOPARKING).

Fique por dentro...
1. Trilhas → círculos concentricos que comecam no final do discos e vao se tornando menores conforme se aproximam do centro. Cada trilha recebe um nº de enderecamento. Um HD atual possui ate 900 setores em cada trilha (o nº varia de acordo com a marca e modelo, tendo + de 3000 trilhas).
2. Setores → pequenos trechos areas com um sinal magnetico (cada setor guarda 512 Bytes de informacao).
3. Marcas de enderecamento → pequenas areas com um sinal magnetico especial que orientam a cabeca de leitura, permitindo a controladora do disco localizar os dados desejados.
4. Atualmente sao usados motores de 7200 RPM, mas ha HDs que usam motores de 3600 RPM, 5200 RPM, 5600 RPM e nos modelos mais caros motores de 10000 RPM ou 20000 RPM.
5. ATA133, UltraATA-133, SCSI e S-ATA sao os tipos de conectores para HD.
6. Os HDs possuem as seguintes capacidades para armazenamento→ 40GB, 80GB, 160GB, 200GB, 400GB, 600GB, 1TB, 2TB e 6TB.
7. Os fabricantes mais convencionais sao: SAMSUNG, WESTERN, DIGITAL, SEAGATE, MAXTOR, FUJITSU, QUANTUM e outros...


21 Maio 2006

Fontes de Alimentação

O computador é alimentado pela fonte e muitos dos problemas que os computadores podem apresentar são consequência directa dela. O papel da fonte é o de transformar a corrente alternada de 110V (ou 220V em algumas regiões do Brasil) em corrente contínua.

A Intel adotou o padrão BTX, porém a AMD pelo menos por enquanto permanece com o padrão ATX, que está na versão 2.0.

O padrão atual traz conector de 24 pinos, além do auxiliar de 4 pinos. Também traz duas linhas separadas para a tensão +12, uma delas exclusiva para alimentar o processador. A linha +12 se tornou dual em vista de as normas de segurança não permitirem corrente acima de 20A em uma única via.

Nas fontes atuais o contector de 20 pinos é substituído pelo de 24 pinos. Pode usar fonte de 20 pinos em placas mais atuais com conector de 24, deixando vazios na placa-mãe os 4 últimos pinos.

Mas isso pode gerar problemas de instabilidade, a depender da placa-mãe utilizada. Não é aconselhável o uso de adaptador. O ideal é adquirir uma fonte padrão ATX12V versão 2.0.

Neste momento de transição alguns fabricantes criaram o conector de 24 pinos com os 4 últimos destacáveis (imagem acima), tornando a fonte compatível com placas-mãe de 20 pinos. Outros fabricantes fornecem um adaptador de 24 para 20 pinos para que a fonte possa ser usada em placas-mãe menos atuais com conector de 20 pinos. Não existe nenhum problema no uso do adaptador de 24 para 20 pinos.

De forma nenhuma confunda os 4 últimos pinos destacáveis usados por alguns fabricantes de fontes com o conector P4, que fornece alimentação auxiliar para as placas Intel e AMD. Você pode queimar a fonte ou a placa-mãe se confundir um conector com o outro. Observe que o conector auxiliar tem somente fios pretos e amarelos. Fontes no padrão BTX substituem o conector de 4 pinos por outro de 8 pinos.

Fontes de 350W são o bastante para computadores mais potentes, porém as fontes genéricas têm uma potência média de 200/250W, mesmo quando as etiquetas informam 400/450/500W ou até mais.

Quanto mais genérica e barata a fonte, menos confiáveis são as informações da etiqueta. Se o computador for topo de linha e fizer uso de duas placas de vídeo PCI-Express (SLI), você pode necessitar fonte de 400W ou mais.

Nos sites de língua inglesa a fonte de alimentação é chamada comumente de power supply ou simplesmente PSU (Power Supply Unit).

As amperagens

Mais importante que observar a potência (quantos watts a fonte tem) é conferir as amperagens. A potência total da fonte é distribuída através das linhas. Segundo a especificação ATX atual a linha +5V deve ficar, obrigatoriamente, entre 4.75V e 5.25V. A linha +12V deve ficar entre 11.40V e 12.60V. E a linha +3.3V deve ficar entre 3.13 e 3.46V. Não deve haver variações acima ou abaixo de 5%. Mas, além disso, também não deve haver oscilações muito freqüentes. Isto só é possível nas fontes que têm ampéres suficientes nas linhas +3V, +5V e principalmente +12V, além de boa qualidade.


O mínimo, assim, que se deve buscar para um computador dos dias atuais é uma fonte com 15A para cada uma das linhas +12 e 45A (combinados) para as linhas +3.3 e +5V.

Placas de vídeo, CD-Rom, gravador ou DVD na lina dos 12.0V e 5.0V. A linha +12V, dual, alimenta o processador, a placa-mãe e coolers diversos.

Qualidade das fontes

É importante verificar a qualidade das fontes. As fontes mais baratas e de marcas genéricas não trazem informações verdadeiras em suas etiquetas. E além disso, para baratear o custo, usam componentes subdimensionados e de má qualidade. Como se não bastasse, até mesmo deixam de incluir componentes que não são essenciais para o funcionamento, mas são importantes e não deveriam estar ausentes.

Há casos em que a fonte queima e danifica componentes do computador. Por isso investir numa boa fonte não é jogar dinheiro fora. Nas fontes de marcas mais conceituadas, a linha +12V varia normalmente de 11.9x a 12.0x. Em fontes de menor qualidade, a linha +12 fica tanto mais alta quanto mais se exige dela, chegando às vezes a dar picos de 13V ou até mais. O máximo admissível é 12.60V.

Outro fator a ser olhado é se a fonte tem certificações. Uma das certificações que não deve faltar a uma fonte de boa qualidade é a que traz o logotipo abaixo.


Características

Além da potência e da qualidade, existem outros fatores que devem ser levados em conta na aquisição de uma nova fonte. É recomendado que a fonte tenha no mínimo 70% de eficiência em carga máxima (full load). Existem fontes silenciosas e fontes barulhentas. Algumas fontes têm um sistema de arrefecimento sofisticado, que dispensam o uso de ventoinhas e são completamente silenciosas. São as chamadas fontes fanless. Outras, nem tão sofisticadas, porém modernas, trazem apenas uma ventoinha de 12 ou 14cm embaixo, contribuindo para a refrigeração do sistema e da própria fonte, ou duas ventoinhas de 80mm, sendo uma atrás e outra embaixo.

As melhores marcas existentes no mercado são Antec,Verax, Seasonic, Seventeam, Enermax, Akasa, Cooler Master, Vantec, OCZ, Zalman e Fortron.

As genéricas de luxo

Fontes genéricas de supostos 400W ou mais atendem bem as necessidades de computadores soquete 462 (Duron, Athlon XP e Sempron) se estes não usam placas de vídeo avançadas que requeiram alimentação adicional.

Mas elas se transformam em uma bomba relógio em configurações mais avançadas.

Basta, muitas vezes, acrescentar uma placa de vídeo topo de linha, daquelas que requerem alimentação extra, para que o computador não dê partida, reinicie com frequência ou queime a fonte facilmente.

É na queima da fonte que reside o perigo, pois, sendo de má qualidade, não tem proteção eficiente (quando tem alguma) para evitar danos ao equipamento. Como o problema se torna a cada dia mais frequente, estão surgindo pouco a pouco no mercado brasileiro as fontes genéricas de luxo que não custam tanto quanto as fontes de marca, mas têm uma qualidade bem acima das genéricas convencionais: Dr. Hank PW-400-QB, Satellite 545K8, Leadership Gamer e VCOM AP-450X são algumas delas. Outras certamente virão.

Em conclusão final, as fontes genéricas típicas podem ser usadas nos computadores Duron, Sempron e Athlon XP, exceto quando têm placa de vídeo que requeira alimentação adicional. Neste caso é recomendado pelo menos uma das genéricas "de luxo". Para os computadores Pentium IV ou Athlon 64 as genéricas típicas ficam completamente descartadas. E em máquinas com PCI-Express é recomendado adquirir fonte no padrão ATX 2.0 ou posterior.


Gabinetes: Como evitar o superaquecimento

Tradicionalmente, pouca ou nenhuma atenção é dada na escolha do gabinete que será usado pelo micro. Só que, com os processadores esquentando cada vez mais, a correta escolha do gabinete é fundamental para que o micro não apresente problemas de superaquecimento.

Atualmente não é só o processador do micro que esquenta muito: o chipset da placa-mãe e o processador de vídeo da placa de vídeo também são responsáveis pelo aquecimento do ar que fica no interior do gabinete.

Se o seu micro está enfrentando problemas de superaquecimento, com certeza você será capaz de resolver o problema com este tutorial. O sintoma típico do micro com superaquecimento é ele estar travando (congelando) muito e dando erros de Falha Geral de Proteção ("Este programa executou uma operação ilegal e será fechado") e a famosa "tela azul da morte". Se você tirar a tampa do gabinete e, com o micro aberto, o micro parar de apresentar problemas, então significa que ele está com problema de superaquecimento. Note que esses sintomas também aparecem em outras situações de manutenção, ou seja, eles não necessariamente indicam que o micro está superaquecido.

O gabinete vem com a fonte de alimentação do micro junta. Pouca gente sabe, mas a fonte de alimentação tem um papel fundamental na ventilação interna do micro. Para entender isso, você deverá entender como funciona a circulação de ar dentro de um gabinete. Você já deve ter reparado que toda fonte de alimentação tem uma ventoinha. Essa ventoinha deve estar sempre funcionando no sentido de exaustão, isto é, soprando para fora do gabinete, jogando o ar quente de dentro do gabinete para o lado de fora.

Observe a Figura 1 para entender isso melhor. Como o ar quente tem a tendência natural de subir, o ar quente gerado pelo micro automaticamente sobe para a parte de cima do gabinete. A ventoinha da fonte, então, puxa esse ar quente de dentro do gabinete para fora, fazendo assim a correta ventilação do micro. O ar frio automaticamente entra pela parte da frente do gabinete, através de uma ranhura apropriada existente abaixo da baia destinada ao disco rígido.

Figura 1: Circulação de ar em um gabinete do tipo torre.

A fonte de alimentação deverá ter ranhuras em suas laterais de forma que o ar quente consiga sair do gabinete e o micro não fique superaquecido. O local exato dessas ranhuras dependerá do tamanho do gabinete, já que, dependendo do tamanho do gabinete e do tamanho da fonte de alimentação, a fonte poderá ficar acima, ao lado ou em frente ao processador do micro. Com um pouco de bom senso é fácil perceber onde essas ranhuras deverão existir. Vendo o micro da Figura 1 um pouco mais de perto (ver Figura 2), chegamos à conclusão que a sua fonte de alimentação está corretamente dimensionada para o gabinete. Repare que as ranhuras existentes na fonte de alimentação estão no caminho correto para a exaustão do ar quente gerado pelo processador e pelos demais componentes internos do micro, isto é, a posição da fonte de alimentação não atrapalha a exaustão do ar quente vindo do processador e as ranhura existentes estão praticamente em frente ao processador para que o ar consiga sair corretamente para fora do micro.

Figura 2: Detalhe do espaço entre o processador e a fonte de alimentação.
Mais Destalhes clique aqui


Temperatura Máxima dos Processadores

Para começar, a temperatura de um processador pode ser medida através de um sensor existente na placa-mãe, embaixo do processador. Praticamente todas as placas-mãe vêm com um programa que permite a leitura desse sensor. Na Internet você encontrará ainda vários programas com essa finalidade, como o Motherboard Monitor e o Hardware Sensors Monitor (ambos podem ser baixados em http://clubedohardware.com.br/pagina/download).

O Motherboard Monitor é muito eficiente não apenas por ser acessível através da barra de tarefas (veja na Figura 1), mas também por permitir que você configure um alarme de modo que se a temperatura do seu processador atingir o valor que você especificou o programa automaticamente te avisa. O Motherboard Monitor também monitora as ventoinhas do sistema e as voltagens da fonte de alimentação. Esse programa é realmente muito bom caso você esteja fazendo overclock em seu micro, já que a temperatura do processador tende a aumentar quando ele é “overclocado”.

Figura 1: Motherboard Monitor fazendo a leitura da temperatura de um processador

Uma outra maneira de verificar a temperatura do processador é através do setup do micro, em uma opção chamada “System Health”, “Sensors” ou algo similar, como você pode ver na Figura 2. Você também pode configurar um alarme para a temperatura do processador (toda vez que o processador atingir a temperatura especificada por você a placa-mãe emitirá sons) e também para as ventoinhas (se a ventoinha do processador parar a placa-mãe também emitirá sons).


Figura 2: Monitorando a temperatura do processador através do setup do micro

A opção do setup não é a melhor maneira de verificar a temperatura máxima do processador pois enquanto o setup está sendo executado o processador não é muito exigido, e por isso, não atingirá sua temperatura máxima. Por essa razão, recomendamos uma solução via software, como mostrada na Figura 1.

A temperatura máxima admissível pelo processador está normalmente estampada no próprio corpo do processador, de forma codificada. No Data Book do processador (documento que pode ser baixado no site do fabricante do processador) há uma parte dedicada a explicar o código estampado sobre o invólucro do processador, que inclui a sua temperatura máxima admissível.

Uma maneira mais fácil de saber qual é a temperatura máxima que o seu processador pode atingir sem queimar é consultando a tabela existente em http://users.erols.com/chare/elec.htm. Nessa tabela você conferirá que os processadores Pentium 4 podem operar até 70º C (ou um pouco mais, dependendo da sua freqüência de operação) e os processadores Athlon XP, até 85º C ou 90º C, dependendo da freqüência de operação.

É lógico que essa é a temperatura máxima admissível, isto é, que o processador pode trabalhar sem queimar. Quanto menor a temperatura em que o seu processador funcionar, melhor. Coolers de melhor qualidade farão com que o seu processador trabalhe a uma temperatura bem abaixo da máxima admissível. Você mesmo pode fazer testes com coolers de diferentes marcas e modelos em seu micro, vendo qual deles faz com que o seu processador esquente menos, isto é, qual deles é o mais eficiente.

Por exemplo, o processador que usamos na Figura 1 foi um Athlon XP 2800+, que tem uma temperatura máxima de 85ºC, e, como você pode ver na figura, estava trabalhando a 56º C, ou seja, bem abaixo de sua temperatura máxima.

Caso você esteja tendo problemas de superaquecimento dentro do seu gabinete, recomendamos a leitura de nosso artigo chamado Gabinetes: Como evitar o superaquecimento.



Uma maneira de você verificar se a ventilação interna do seu micro está o.k. ou se precisa ser alterada é medindo ela com um termômetro. Segundo os fabricantes de processadores, a temperatura dentro do gabinete não deve ser maior do que 10º C acima da temperatura ambiente. Como os PCs são projetados para funcionarem a uma temperatura ambiente típica de 35º C, isso significa que a temperatura dentro do gabinete não deve ser maior do que 45º C. Se você medir e ela estiver maior do que esse valor, você deverá verificar a ventilação interna do micro, que não está sendo feita de maneira adequada.

Esses números, no entanto, são aplicados apenas em computadores mais antigos, já que os processadores atuais dissipam muito mais calor do que os processadores antigos. Leia nosso artigo Montando Corretamente PCs com o Pentium 4 Prescott para mais informações sobre o excesso de temperatura dentro do gabinete em computadores com o Pentium 4 Prescott.


Athlon Vs. Sempron

Desde o lançamento do processador Sempron, da AMD, a pergunta que mais nos fazem é "afinal, qual é a diferença do Sempron para o Athlon XP?"

O Sempron é um Athlon XP um pouco mais lento, com exceção dos Sempron para soquete 754, que são uma versão do Athlon 64 soquete 754 com menos memória cache L2; estes modelos usam pinagem soquete 754, necessitando de placas-mãe originalmente desenvolvidas para o Athlon 64, tendo desempenho sempre maior que processadores soquete 462. Os primeiros Semrpon soquete 754 tinham as extensões de 64 bits desativadas, mas a partir de julho de 2005 a AMD lançou modelos do Sempron soquete 754 com as instruções de 64 bits ativadas. Os modelos de Sempron soquete 754 listados na tabela abaixo podem ser encontrados tanto com as extensões de 64 bits desativadas quanto ativadas. Os modelos com as extensões de 64 bits ativadas possuem as letras "BX" ao final da nomenclatura impressa no corpo do processador.

A diferença de desempenho do Sempron soquete 462 para o Athlon XP ocorre por conta da diferença do sistema usado para indicar o desempenho: o esquema usado no Sempron é diferente do esquema usado no Athlon XP. Com isso, um Sempron 3000+ não é mais rápido do que um Athlon XP 2800+, apesar dele usar um número "maior". Esses números só servem para comparar processadores da mesma linha, isto é, Sempron com Sempron e Athlon XP com Athlon XP.

Para entender essa questão, observe as tabelas apresentadas. Como você pode ver, um Sempron 2800+ é mais lento que um Athlon XP 2600+ 333 e um Sempron 2600+ é mais lento que um Athlon XP 2500+. Para fazer a comparação, você deve observar o clock interno, o clock externo e a quantidade de memória cache L2. A nomenclatura baseada em desempenho é realmente muito confusa. Como você pode ver, existem três modelos de Athlon XP 2600+ que, apesar de usarem o mesmo nome, possuem características técnicas bem diferentes.

Processador Clock Interno Clock Externo Cache L2 Soquete
Sempron 2200+ 1,50 GHz 333 MHz 256 KB 462
Sempron 2300+ 1,58 GHz 333 MHz 256 KB 462
Sempron 2400+ 1,67 GHz 333 MHz 256 KB 462
Sempron 2500+ 1,70 GHz 333 MHz 256 KB 462
Sempron 2600+ 1,83 GHz 333 MHz 256 KB 462
Sempron 2800+ 2 GHz 333 MHz 256 KB 462
Sempron 3000+ 2 GHz 333 MHz 512 KB 462

Processador Clock Interno HyperTransport Cache L2 Soquete
Sempron 2500+ 1,4 GHz 800 MHz 128 KB 754
Sempron 2600+ 1,60 GHz 800 MHz 128 KB 754
Sempron 2800+ 1,60 GHz 800 MHz 256 KB 754
Sempron 3000+ 1,80 GHz 800 MHz 128 KB 754
Sempron 3100+ 1,80 GHz 800 MHz 256 KB 754
Sempron 3300+ 2 GHz 800 MHz 256 KB 754
Sempron 3400+ 2 GHz 800 MHz 256 KB 754

Saiba mais sobre o barramento HyperTransport lendo o nosso artigo sobre o assunto.

Processador Clock Interno Clock Externo Cache L2 Núcleo
Athlon XP 1500+ 1,33 GHz 266 MHz 256 KB Palomino
Athlon XP 1600+ 1,40 GHz 266 MHz 256 KB Palomino ou T-Bred
Athlon XP 1700+ 1,46 GHz 266 MHz 256 KB Palomino ou T-Bred
Athlon XP 1800+ 1,53 GHz 266 MHz 256 KB Palomino ou T-Bred
Athlon XP 1900+ 1,60 GHz 266 MHz 256 KB Palomino ou T-Bred
Athlon XP 2000+ 1,66 GHz 266 MHz 256 KB Palomino ou T-Bred
Athlon XP 2100+ 1,73 GHz 266 MHz 256 KB Palomino ou T-Bred
Athlon XP 2200+ 1,80 GHz 266 MHz 256 KB T-Bred
Athlon XP 2400+ 2 GHz 266 MHz 256 KB T-Bred
Athlon XP 2500+ 1,83 GHz 333 MHz 512 KB Barton
Athlon XP 2600+ 2,13 GHz 266 MHz 256 KB T-Bred
Athlon XP 2600+ 333 2,08 GHz 333 MHz 256 KB T-Bred
Athlon XP 2600+ 1,90 GHz 333 MHz 512 KB Barton
Athlon XP 2700+ 2,16 GHz 333 MHz 256 KB T-Bred
Athlon XP 2800+ 2,25 GHz 333 MHz 256 KB T-Bred
Athlon XP 2800+ 2,08 GHz 333 MHz 512 KB Barton
Athlon XP 3000+ 2,16 GHz 333 MHz 512 KB Barton
Athlon XP 3000+ 400 2,10 GHz 400 MHz 512 KB Barton
Athlon XP 3200+ 2,20 GHz 400 MHz 512 KB Barton


Pentium Vs. Athlon

Qual é o processador mais rápido disponível hoje para o PC? Para tirarmos a prova dos nove, testamos em nosso laboratório os dois processadores mais rápidos disponíveis para PC hoje, o Pentium 4 de 2,8 GHz, da Intel, e o seu concorrente Athlon XP 2800+, da AMD.

É verdade que a Intel tem um processador ainda mais rápido, o Pentium 4 de 3,06 GHz, que infelizmente ainda não nos foi enviado para testes. Esse processador ainda não tem nenhum concorrente e usa uma tecnologia não disponível nos demais modelos de Pentium 4, chamada HyperThreading, que promete aumentar ainda mais o desempenho desse processador (ver quadro).

Testes de desempenho como esse são necessários porque cada fabricante diz que tem o melhor produto do mercado. Então, fica difícil saber quem está com a razão, se a Intel ou a AMD. Além disso, interna e externamente os processadores da Intel e da AMD são completamente diferentes, e é por esse motivo que o clock do processador não é medida de desempenho. Tanto que a AMD voltou a utilizar a nomenclatura PR (Performance Rate) em seus processadores Athlon XP, que indica a equivalência do processador da AMD em comparação a um Pentium 4. O número após o nome do processador não é o seu clock, mas sim o seu PR. O processador Athlon XP 2800+ não roda a 2,8 GHz: este processador trabalha internamente a 2,25 GHz, mas, segundo a AMD, possui desempenho igual ou superior ao Pentium 4 de 2,8 GHz. O objetivo principal de nossos testes era justamente verificar se isso é verdade ou não.

Além disso, aproveitamos esse teste para compararmos o desempenho dessas duas "feras" com o desempenho de processadores "comuns" (um Pentium 4 de 1,5 GHz e um Athlon XP 1500+, que roda internamente a 1,33 GHz), simulando o micro de um usuário normal. Sabemos muito bem que a maioria dos usuários não tem bala na agulha para comprar um Pentium 4 de 2,8 GHz nem um Athlon XP 2800+ e, portanto, queríamos descobrir quão mais rápido são os modelos topo de linha em comparação a modelos menos rápidos, e se vale a pena pagar mais caro para ter um desempenho superior.

Veja o teste completo no site do Clube do Hardware